Dividendo e juros sobre capital próprio (JCP) são as duas formas mais comuns de uma empresa remunerar o acionista. Para quem recebe, a diferença mais importante está no imposto.
O que muda na prática
O dividendo, hoje, chega líquido ao acionista. Já o JCP sofre retenção de imposto de renda na fonte — ou seja, o valor anunciado não é exatamente o que cai na conta. Para a empresa, porém, o JCP é dedutível, o que às vezes a leva a preferi-lo.
| Ativo | Tipo | Valor | Data-com | Pagamento | Yield do evento |
|---|---|---|---|---|---|
| CXAG11 | Rendimento | R$ 0,72 | 30 set | 19 out | 0,98% |
| IRIF11 | Rendimento | R$ 0,10 | 7 out | 19 out | 1,14% |
| IRIM11 | Rendimento | R$ 0,75 | 9 out | 19 out | 1,12% |
| RBRR11 | Rendimento | R$ 0,73 | 9 out | 19 out | 0,99% |
| RBRY11 | Rendimento | R$ 1,00 | 9 out | 19 out | 1,13% |
O que o investidor faz com isso
Na hora de comparar o yield de duas empresas, vale lembrar que um yield alto via JCP rende um pouco menos no líquido. O método olha a remuneração total e sua sustentabilidade — não só o rótulo.
Compare proventos pelo que de fato chega à sua conta, não só pelo valor bruto anunciado.

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